O preenchimento labial é um dos procedimentos estéticos mais procurados — e um dos que mais gera dúvida, entre o medo de "ficar com boca de pato" e a curiosidade sobre dor e duração. Reunimos as 7 perguntas mais comuns na avaliação. Vale lembrar: nada aqui substitui a avaliação, feita nas unidades da Clínica LB em Restinga e Franca, onde o caso é analisado individualmente.

Preenchimento facial na Clínica LB
O objetivo do preenchimento labial é valorizar o formato que já existe, não mudar a boca.

1. Fica natural mesmo?

Fica, quando o volume é proporcional ao rosto e respeita o desenho original dos lábios. O aspecto exagerado quase sempre vem de excesso de produto de uma vez só. Começar conservador e reavaliar costuma ser o caminho mais seguro para um resultado discreto.

2. Dói?

É mais desconforto do que dor. Aplica-se anestésico tópico antes e a maioria dos preenchedores já contém anestésico na fórmula. A região é sensível, mas o procedimento é rápido.

3. Incha muito? Quando posso sair?

Algum inchaço nas primeiras 24 a 72 horas é esperado e faz parte. Pequenos hematomas podem acontecer. A maioria das pessoas retoma a rotina no mesmo dia, evitando calor intenso, exercício pesado e maquiagem na região nas primeiras horas — as orientações completas são passadas na avaliação.

4. Quanto tempo dura?

Depende do produto, da técnica e do metabolismo de cada pessoa, por isso não damos um número fixo. O preenchimento facial é reabsorvido gradualmente, e a reavaliação é combinada no acompanhamento.

5. É reversível?

Na maioria dos casos, sim. O preenchimento facial pode ser dissolvido com uma enzima específica, caso o resultado não agrade ou seja necessário por outro motivo.

Boa pergunta para levar à avaliação: "qual volume você recomenda para a primeira vez, e por quê?". A resposta deve partir do seu rosto, não de um padrão fixo.

6. Preenchimento labial "estraga" o lábio com o tempo?

Feito com produto adequado, técnica correta e sem sobreposição excessiva de aplicações, não há razão para isso. Problemas costumam estar associados a excesso acumulado ao longo dos anos e a aplicações mal planejadas — mais um motivo para priorizar avaliação e acompanhamento.

7. Como escolher onde fazer?

Procure quem faça avaliação antes de aplicar, explique o produto que vai usar, trabalhe em ambiente adequado e ofereça acompanhamento. Desconfie de "promoção de volume" e de decisão feita no mesmo minuto, sem análise do rosto.