A pergunta que mais chega sobre criolipólise é: "quantos quilos eu perco?". Nenhum — e entender isso é o primeiro passo para ter uma expectativa realista. A criolipólise é um cuidado estético para gordura localizada em regiões específicas, não um método de emagrecimento. Este texto explica onde ela ajuda e onde não é a resposta. A indicação é sempre definida em avaliação, nas unidades da Clínica LB em Restinga e Franca.
Como funciona
O equipamento resfria de forma controlada uma área específica. As células de gordura são mais sensíveis ao frio do que os outros tecidos: parte delas sofre um processo de eliminação natural, que o organismo conduz ao longo das semanas seguintes. Por isso o resultado é gradual, e não imediato.
Para o que serve
- Gordura localizada em áreas delimitadas — flancos, abdome inferior, "culote", papada, entre outras, conforme avaliação;
- Aquele acúmulo pontual que resiste mesmo com alimentação equilibrada e exercício;
- Melhora de contorno de uma região específica, não do corpo inteiro.
Se a queixa é "quero emagrecer" ou "perder medidas no corpo todo", criolipólise não é o caminho. O foco dela é uma área que já incomoda apesar de hábitos saudáveis.
Para o que NÃO serve
- Emagrecer: não altera o peso de forma relevante;
- Flacidez de pele: outro problema, tratado por recursos como bioestimuladores e protocolos corporais;
- Celulite: pode até haver alguma influência indireta, mas não é o tratamento indicado para isso;
- Substituir estilo de vida: sem alimentação equilibrada, gordura pode voltar a se acumular em outras áreas.
O que esperar
- Durante a sessão: sensação intensa de frio nos primeiros minutos, que costuma diminuir;
- Depois: vermelhidão, inchaço, dormência temporária e sensibilidade na área, que regridem;
- Resultado: aparece de forma gradual ao longo de semanas;
- Número de sessões e áreas: definidos na avaliação, caso a caso.
Para objetivos que envolvem firmeza e contorno de glúteos e pernas, o caminho pode ser outro — veja Power Glúteo e tratamentos corporais.
